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‘Olé’ deixa oba-oba de lado e critica duramente a Argentina de Maradona


‘Não vamos a lugar nenhum’, escreve a publicação portenha um dia após o revés dos hermanos diante do Paraguai

Famoso por manchetes provocativas e engraçadas, principalmente com os brasileiros, o diário portenho “Olé” estampou uma capa “fúnebre” nesta quinta, um dia depois da derrota da Argentina para o Paraguai por 1 a 0.

Com o resultado, a seleção de Maradona caiu para o quinto lugar das eliminatórias sul-americanas e se complicou para conseguir uma das quatro vagas diretas do continente para a Copa de 2010.

- Não vamos a lugar nenhum - escreveu o diário , estampando a foto de um triste Maradona.

A publicação ainda escreveu que a seleção argentina está perdida, que Messi não produziu nada e que o Paraguai deu um baile no estádio Defensores Del Chaco, em Assunção.


A Argentina está com 22 pontos, em quinto lugar (um à frente do Uruguai, sexto). Se as eliminatórias terminassem hoje, os hermanos teriam de jogar uma repescagem contra o quarto colocado das eliminatórias da Concacaf.
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Depois de perder no futebol, Argentina tomba na Copa América de basquete


Hermanos não resistem a Porto Rico, que se vinga da derrota na segunda fase e avança para enfrentar o Brasil na final deste domingo, às 22h

Depois que a seleção de Maradona caiu diante do Brasil em Rosário, cabia à equipe de basquete em San Juan garantir alguma alegria para os argentinos neste sábado.

Ficou para a próxima. Dentro de um caldeirão lotado de fanáticos, o grupo comandado por Sergio Hernández não resistiu aos donos da casa nas semifinais da Copa América. Usando a torcida como combustível, Porto Rico venceu por 85 a 80 e garantiu a vaga na final, contra o Brasil.

O cestinha da partida foi o argentino Luis Scola com 31 pontos. Do outro lado, Carlos Arroyo anotou 19.

O roteiro foi parecido com o do confronto entre as duas seleções na primeira fase. A diferença é que, neste sábado, os portorriquenhos levaram a reação até o fim e selaram a vitória. A decisão está marcada para as 22h (de Brasília) de domingo. Antes, às 19h30m, Argentina e Canadá disputam o bronze.

A partida começou com um confronto de estilos. Enquanto Porto Rico apostava na correria e nos chutes de fora, a Argentina tentava trabalhar o jogo com calma. O segundo estilo funcionava melhor. Com Scola e Kammerichs inspirados, a vantagem logo se abriu. Arroyo ainda tentou reagir com duas cestas seguidas, mas não foi o bastante. O primeiro quarto terminou com 20 a 13 para os hermanos.

No segundo período, a vantagem chegou a 11. Foi aí que apareceu Vassallo. Carrasco do Brasil na véspera, ele emplacou duas boas jogadas em sequência e cortou a diferença para quatro.

Quem respondeu foi Scola, que não mudou seu estilo e, com um bom trabalho no garrafão, fez a vantagem subir de novo para 10. Porto Rico insistia nos chutes de três. Resultado: no intervalo, a Argentina mantinha a liderança com 41 a 32. Àquela altura, Scola já tinha 20 pontos.

Com o terceiro período, o caldeirão voltou a ferver no Coliseu Roberto Clemente. Porto Rico foi cortando a diferença aos poucos, até empatar em 56 na marca de 2m14s. Na sequência, com dois lances livres, Santiago colocou a equipe da casa à frente. Os argentinos, no entanto, seguraram a onda e fecharam a parcial em 60 a 58.

O rolo-compressor dos boricuas, no entanto, continuou ativo no quarto período, desta vez com mais força ainda. Scola ficou pendurado com a quarta falta, e os donos da casa viraram o placar. Mais que isso, abriram seis pontos e incendiaram a torcida.

Com uma cesta de Arroyo a 51 segundos do fim, a diferença pulou para quatro pontos, mas Quinteros respondeu com um chute de três. Arroyo, no entanto, converteu mais uma bandeja, e Ayuso deu a estocada final.

A exemplo do que tinha acontecido uma hora antes no futebol em Rosário, os hermanos também não tiveram forças em San Juan. E foi o Brasil que ganhou o direito a revanche contra os portorriquenhos.

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Antes de pegar o Brasil, Maradona leva jogadores da Argentina à missa

A pedido do Pibe, AFA convoca padre para capela no centro de treinamento

Toda ajuda é bem-vinda na Argentina para o clássico de sábado com o Brasil. Até a divina.

O técnico Diego Maradona marcou uma missa nesta quinta-feira para os jogadores no centro de treinamento em Ezeiza, um dia antes da equipe viajar para Rosário.

Segundo o jornal "Olé", a pedido do treinador, a AFA reservou a capela São Francisco de Assis, localizada no seu complexo de Ezeiza, e chamou o padre Juan José Madina para a realização da missa, que só teve a presença dos atletas e da comissão técnica.

A seleção argentina está concentrada no centro de treinamento para a partida com o time de Dunga, sábado, às 21h30m (de Brasília), em Rosário. A equipe de Maradona é a quarta colocada nas eliminatórias com 22 pontos, cinco a menos que o líder Brasil.
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Após três vitórias, Moncho aumenta o nível de exigência e critica o ataque


Técnico elogia defesa, mas ainda não está satisfeito com sistema ofensivo

Após seguidas derrotas para a Argentina em torneios importantes, o Brasil arrancou uma vitória convincente por 76 a 67 na tarde desta sexta-feira, na Copa América, em San Juan.

Convincente para a torcida, porque o técnico Moncho Monsalve quer mais.

O treinador espanhol voltou a elogiar a defesa, que permitiu menos de 70 pontos do adversário pela terceira vez em três jogos no torneio. O ataque, no entanto, ainda é alvo de críticas.

- O Brasil ainda tem que jogar muito melhor no ataque. A cada três bolas ofensivas, uma tem que ser embaixo da cesta. Se tivermos tempo para treinar, vamos tentar melhorar ainda neste campeonato.

Se não der, vamos fazer em Istambul – afirmou Moncho, já prevendo a classificação do Brasil para o Mundial da Turquia em 2010. Os quatro semifinalistas da Copa América garantem as vagas.

A defesa, sim, faz Moncho abrir o sorriso.

- Desculpe se estou sendo repetitivo, mas se não fizerem 70 pontos no Brasil, vamos ganhar. Nossa defesa em alguns momentos foi extraordinária. Alex fez um trabalho magnífico com Prigioni – disse o treinador, que colocou o ala para marcar o armador argentino.

No sábado, a seleção folga e ganha fôlego para o último compromisso da primeira fase, domingo, contra o Panamá. Sem jogo no dia seguinte, o técnico quer que os jogadores descansem e se divirtam.

- Hoje eles vão fazer festa. Se eu fosse jovem como eles, com essas mulheres porto-riquenhas...

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Defederico minimiza fama de ‘novo Messi’ e diz estar pronto para estrear no Timão


Na Argentina, reforço alvinegro é comparado ao craque do Barcelona. Em sua chegada ao Brasil, jovem falou com cautela sobre o assunto

Matías Defederico chegou ao Brasil para defender o Corinthians credenciado por ser considerado um “novo Messi” na Argentina. Analisado pela comissão técnica do Timão através de um DVD, o meia-atacante de 20 anos é considerado uma das principais promessas argentinas dos últimos anos, mas prefere ser cauteloso.

- É importante que falem isso de mim, mas ainda estou muito longe do Messi – declarou Defederico, logo que desembarcou no aeroporto internacional de Guarulhos.

Logo de cara, Defederico teve a oportunidade de ver a visibilidade que o Corinthians poderá dar ao seu futebol. Dezenas de profissionais da imprensa o aguardavam no saguão do aeroporto. Porém, o staff do jogador só o permitiu responder às perguntas por três minutos. Em seguida, o atleta foi para o Parque São Jorge.

- Fiz a pré-temporada na Argentina, onde o campeonato começou agora, e estou pronto para jogar, mas isso depende do técnico – acrescentou o jogador.

Contratado por quatro anos, o meia-atacante argentino fez exames médicos na tarde desta segunda-feira. A data de sua apresentação ainda não foi definida. A estreia do jogador deve ser no dia 2 de setembro, contra o Santos, no estádio do Pacaembu.

Defederico foi o quinto reforço anunciado pelo Corinthians depois da conquista da Copa do Brasil. Antes dele chegaram ao clube o volante Edu, o atacante Bill, o zagueiro Paulo André e o lateral-direito paraguaio Balbuena.

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Depois de xingar torcedores, técnico argentino pode ser expulso da Bolívia

Dirigentes do Aurora pedem que suspensão e multa sejam aplicadas, mas treinador nega as declarações

O argentino Pablo Sanchez, técnico do Oriente Petrolero, corre o risco de ser expulso da Bolívia por ter ofendido torcedores do Aurora após um jogo. O clube de Cochabamba, lanterna do grupo do Grêmio na Copa Libertadores, fez um pedido ao Governo para que o treinador seja expulso do país.

Além disso, a diretoria do Aurora luta para que Sanchez seja suspenso e pague uma multa de US$ 25 mil à federação boliviana pelas supostas atitudes xenófobas contra a população de Cochabamba. Na última semana, após o empate sem gols entre as duas equipes, o técnico se recusou a dar entrevistas e xingou os torcedores locais.

- Esta gente de m..., filhos da p... que insultam e atiram garrafas. Não tenho por que falar, não vou declarar nada - disse Sanchez, segundo a imprensa esportiva boliviana.

O gerente geral do Aurora, Manuel Pérez, disse ao diário “Los Tiempos de Cochabamba” que o pedido de expulsão está previsto na legislação do país.

Nesta quinta-feira, o Oriente Petrolero divulgou nota pedindo desculpas à população de Cochabamba e aos jornalistas esportivos da cidade. Sanchez, por sua vez, admitiu o mau comportamento, mas negou que tenha feito tais declarações sobre o povo boliviano.

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Boca vence o Guaraní e tem a melhor campanha da competição

Vitória por 3 a 1 em casa leva o time argentino aos 12 pontos no Grupo 2

O Boca Juniors não goleou como esperado, mas venceu o Guarani-PAR por 3 a 1 em La Bombonera, na noite desta quinta-feira, e chegou aos 12 pontos em quatro jogos pelo Grupo 2 da Taça Libertadores.

Dessa forma, também é o time com melhor campanha entre todos até agora na competição. O time paraguaio segue na lanterna sem um ponto sequer. Os gols da vitória em Buenos Aires foram marcados por Palermo e Palácio e Riquelme. Paniagua, com um golaço, fez para os visitantes paraguaios.

Na próxima rodada, o Boca enfrenta o Deportivo Cuenca, no Equador, no dia 22, enquanto Deportivo Táchira e Guarani duelam na Venezuela, dia 16. Os times venezuelano e equatoriano têm seis pontos cada na classificação.

O primeiro gol do Boca surgiu aos 33 minutos do primeiro tempo. Palácio fez linda jogada pela direita, foi à linha de fundo e cruzou. Palermo pegou bem, sem dó do goleiro paraguaio. Logo depois, aos 36, Palermo tocou para Riquelme, que passou para Palácio fazer o segundo, com facilidade dentro da área.

Aos 43, pouco antes do intervalo, o gol mais bonito da noite: Paniagua passou por toda defesa argentina e tocou com catagoria para diminuir a vantagem do Boca. No segundo tempo, Riquelme, cobrando pênalti com grande categoria, confirmou a vitória por 3 a 1.

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FOTO: imprensa argentina diz que derrota foi uma 'Humilhação histórica'

Versão online do principal diário esportivo do país não perdoa goleada sofrida pela seleção de Maradona para a Bolívia, por 6 a 1.

Reprodução/Jornal OLÉ

A versão online do diário "Olé", principal jornal de esportes argentino, não perdoou a goleada sofrida pelo time comandado por Diego Maradona para a Bolívia, por 6 a 1. O veículo estampou o título "Humilhação histórica" para definir o que se viu em La Paz, nesta quarta-feira

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Argentina de Maradona é humilhada pela Bolívia em La Paz: 6 a 1


Um vexame. A primeira derrota de Maradona no comando da seleção da Argentina entrou para a história do futebol do país.

Os hermanos foram a La Paz e saíram derrotados pelo placar de 6 a 1, o que iguala o maior revés da história do futebol argentino. Na Copa de 1958, os hermanos perderam pelo mesmo placar para a então Tchecoslováquia.

Curiosamente, dois "brasileiros" tiveram participação importante no atropelamento boliviano: Marcelo Moreno, que tem dupla nacionalidade e já defendeu seleções de base do Brasil, abriu o placar, e Alex da Rosa, naturalizado boliviano, marcou outro. Botero (três) e Torrico completaram o marcador para a Bolívia, com Lucho González descontando.

Com o resultado, a Argentina pode perder a segunda colocação na tabela de classificação das eliminatórias sul-americanas para a Copa de 2010. Os hermanos se mantiveram com 19 pontos e podem ser ultrapassados por Chile) (19) e Brasil (18), que jogam ainda nesta quarta-feira. A Bolívia chegou a 12 pontos e tem remotas chances de conseguir classificação ao Mundial.

Maradona arma ferrolho e se dá mal

Ao contrário do que fez no jogo do último sábado, quando goleou a Venezuela em casa (4 a 0), Maradona não escalou seu trio ofensivo. Agüero deu lugar ao volante Lucho González, e Messi e Tevez ficaram sozinhos no ataque.

Além de Lucho, a Argentina teve ainda dois outros volantes em campo: Mascherano e Gago. Máxi Rodríguez foi o principal responsável pela armação no setor de meio-de-campo.

A tão temida altitude de La Paz (3.600 metros) nem pode ser utilizada como desculpa completa para o fiasco argentino, uma vez que, no intervalo, os bolivianos já venciam por 3 a 1.

Empurrada por sua torcida, a Bolívia começou partindo para cima e abriu o placar logo aos 11 minutos. Marcelo Moreno recebeu na área, limpou a marcação e bateu rasteiro para fazer 1 a 0.

O goleiro boliviano Arias ainda deu uma colher de chá aos hermanos, quando engoliu um frangaço em chute de Lucho González. A bola, batida de longa distância, foi sem muita força, mas o goleiro aceitou.

Nada que abalasse os bolivianos. Botero, cobrando pênalti, fez 2 a 1 aos 33. Ainda antes do intervalo, Alex da Rosa, de cabeça, ampliou para os bolivianos.

Di María é expulso em sete minutos

No segundo tempo, o massacre continuou. Marcelo Moreno recebeu lançamento em posição duvidosa e avançou pela ponta direita. O ex-cruzeirense cruzou na cabeça de Botero, que não perdoou e fez 4 a 1.

Aos 18, Di María, que entrara na vaga de Máxi Rodríguez para dar mais movimentação ao setor ofensivo da Argentina, foi expulso por falta violenta. Foi a pá de cal nas esperanças dos hermanos.

Botero, outra vez, fez o quinto gol aos 21, tocando na saída do goleiro Carriza. No fim, Torrico, com uma bomba de fora da área, selou o maior vexame da história do futebol argentino.

Agência/EFE

Messi foi a imagem da decepção. Craque pouco produziu em campo

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Brasil bate a Argentina e garante a vaga na Copa do Mundo de futebol de areia

Com três gols de André, seleção vence jogo apertado e faz a final das eliminatórias contra o Uruguai, neste domingo, em Montevidéu

Bater a Argentina no futebol de areia está longe de ser surpresa para a seleção brasileira. A novidade, desta vez, é que a vitória valeu um passaporte para a Copa do Mundo. Com três gols de André, a equipe verde-amarela despachou os hermanos por 3 a 1 nas semifinais das eliminatórias em Montevidéu e garantiu a vaga para a Copa de Dubai, em novembro. Para coroar a conquista, o Brasil disputa o título neste domingo, às 15h15m (de Brasília), contra o Uruguai, dono da casa.

- Sabíamos que seria um jogo muito truncado, muito duro. A Argentina veio marcando muito forte, mas tivemos paciência para trabalhar a bola e buscar o ataque. Temos uma equipe muito experiente, que sabe a hora de acelerar o jogo e a hora de cadenciar o ritmo. Fico muito feliz porque alcançamos o nosso objetivo, o primeiro e maior, que era a vaga para Dubai – afirmou o técnico Alexandre Soares.

Sob forte calor na praia de Pocitos, em Montevidéu, o Brasil não teve moleza contra os argentinos, mas manteve a supremacia no confronto. O craque Benjamin garante que, mesmo com a vaga conquistada, a seleção não vai relaxar para a final deste domingo.

- Vamos lutar muito por esse título. Será um jogo difícil, vamos enfrentar o Uruguai, que é um velho conhecido, na casa deles, com arena lotada. É um jogo de paciência, não podemos dar espaços a eles – afirmou Benjamin.

Para chegar à decisão, o Uruguai derrotou o Equador nas semis de sábado, por 6 a 2. No confronto direto, são 38 vitórias do Brasil em 39 jogos contra os uruguaios. As duas equipes já estão classificadas para a Copa. Na disputa do terceiro lugar, também no domingo, Argentina e Equador lutam pela terceira e última vaga na competição dos Emirados Árabes.
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