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Título do Brasil cala 10 mil torcedores de Porto Rico: ‘É mais gostoso’, diz Huertas

Armador afirma que a taça da Copa América teve sabor especial por ter sido conquistada na casa da equipe adversária, com o ginásio lotado

Quando a bola saiu das mãos de Carlos Arroyo nos últimos segundos da final da Copa América, a torcida de Porto Rico estava pronta para explodir no ginásio.

A batida no aro, contudo, fez com que a euforia se transferisse dos 10 mil boricuas fanáticos que lotavam o Coliseu Roberto Clemente para os 12 jogadores do Brasil que passaram a comemorar o título na quadra. Com o ginásio calado, a conquista verde-amarela ganhou sabor especial.

- É mais gostoso. Jogar contra uma torcida de quase 10 mil pessoas é gratificante. Viemos para cá com esse objetivo de ganhar o torneio e não sabíamos contra quem jogaríamos semifinal e final.

Felizmente foi contra o time da casa, e é bem mais gostoso ser campeão em cima o time da casa – afirmou Marcelinho Huertas, autor de sete pontos e quatro rebotes na partida deste domingo.

O drama do último período, quando os portorriquenhos tiraram 12 pontos de diferença no placar, só fez crescer a adrenalina dos jogadores dentro da quadra.

- Foi emocionante como tinha que ser. A gente sabia que Porto Rico sempre joga desta forma. Quando eles têm um bom momento, crescem muito na casa deles. Na final, esse melhor momento deles veio no fim do jogo.

Por mais que eles tenham ficado com a chance do último arremesso, a gente conseguiu fechar o jogo – disse Marcelinho Machado, que mesmo tendo deixado a quadra zerado era um dos mais animados na comemoração.

Anderson Varejão, autor de oito pontos e oito rebotes na decisão, afirmou que o desfecho dramático aumentou ainda mais a vibração após o jogo.

- Todo mundo estava gritando, festejando e desabafando no vestiário. Foi muito difícil. Os três primeiros quartos foram determinantes para a vitória.

No último período, a gente já sabia que isso podia acontecer, com o ginásio lotado. Mas mesmo assim, conseguimos ser campeões, então está todo mundo muito feliz – afirmou Anderson, um dos principais nomes da campanha do Brasil.

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Depois de perder no futebol, Argentina tomba na Copa América de basquete


Hermanos não resistem a Porto Rico, que se vinga da derrota na segunda fase e avança para enfrentar o Brasil na final deste domingo, às 22h

Depois que a seleção de Maradona caiu diante do Brasil em Rosário, cabia à equipe de basquete em San Juan garantir alguma alegria para os argentinos neste sábado.

Ficou para a próxima. Dentro de um caldeirão lotado de fanáticos, o grupo comandado por Sergio Hernández não resistiu aos donos da casa nas semifinais da Copa América. Usando a torcida como combustível, Porto Rico venceu por 85 a 80 e garantiu a vaga na final, contra o Brasil.

O cestinha da partida foi o argentino Luis Scola com 31 pontos. Do outro lado, Carlos Arroyo anotou 19.

O roteiro foi parecido com o do confronto entre as duas seleções na primeira fase. A diferença é que, neste sábado, os portorriquenhos levaram a reação até o fim e selaram a vitória. A decisão está marcada para as 22h (de Brasília) de domingo. Antes, às 19h30m, Argentina e Canadá disputam o bronze.

A partida começou com um confronto de estilos. Enquanto Porto Rico apostava na correria e nos chutes de fora, a Argentina tentava trabalhar o jogo com calma. O segundo estilo funcionava melhor. Com Scola e Kammerichs inspirados, a vantagem logo se abriu. Arroyo ainda tentou reagir com duas cestas seguidas, mas não foi o bastante. O primeiro quarto terminou com 20 a 13 para os hermanos.

No segundo período, a vantagem chegou a 11. Foi aí que apareceu Vassallo. Carrasco do Brasil na véspera, ele emplacou duas boas jogadas em sequência e cortou a diferença para quatro.

Quem respondeu foi Scola, que não mudou seu estilo e, com um bom trabalho no garrafão, fez a vantagem subir de novo para 10. Porto Rico insistia nos chutes de três. Resultado: no intervalo, a Argentina mantinha a liderança com 41 a 32. Àquela altura, Scola já tinha 20 pontos.

Com o terceiro período, o caldeirão voltou a ferver no Coliseu Roberto Clemente. Porto Rico foi cortando a diferença aos poucos, até empatar em 56 na marca de 2m14s. Na sequência, com dois lances livres, Santiago colocou a equipe da casa à frente. Os argentinos, no entanto, seguraram a onda e fecharam a parcial em 60 a 58.

O rolo-compressor dos boricuas, no entanto, continuou ativo no quarto período, desta vez com mais força ainda. Scola ficou pendurado com a quarta falta, e os donos da casa viraram o placar. Mais que isso, abriram seis pontos e incendiaram a torcida.

Com uma cesta de Arroyo a 51 segundos do fim, a diferença pulou para quatro pontos, mas Quinteros respondeu com um chute de três. Arroyo, no entanto, converteu mais uma bandeja, e Ayuso deu a estocada final.

A exemplo do que tinha acontecido uma hora antes no futebol em Rosário, os hermanos também não tiveram forças em San Juan. E foi o Brasil que ganhou o direito a revanche contra os portorriquenhos.

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Após três vitórias, Moncho aumenta o nível de exigência e critica o ataque


Técnico elogia defesa, mas ainda não está satisfeito com sistema ofensivo

Após seguidas derrotas para a Argentina em torneios importantes, o Brasil arrancou uma vitória convincente por 76 a 67 na tarde desta sexta-feira, na Copa América, em San Juan.

Convincente para a torcida, porque o técnico Moncho Monsalve quer mais.

O treinador espanhol voltou a elogiar a defesa, que permitiu menos de 70 pontos do adversário pela terceira vez em três jogos no torneio. O ataque, no entanto, ainda é alvo de críticas.

- O Brasil ainda tem que jogar muito melhor no ataque. A cada três bolas ofensivas, uma tem que ser embaixo da cesta. Se tivermos tempo para treinar, vamos tentar melhorar ainda neste campeonato.

Se não der, vamos fazer em Istambul – afirmou Moncho, já prevendo a classificação do Brasil para o Mundial da Turquia em 2010. Os quatro semifinalistas da Copa América garantem as vagas.

A defesa, sim, faz Moncho abrir o sorriso.

- Desculpe se estou sendo repetitivo, mas se não fizerem 70 pontos no Brasil, vamos ganhar. Nossa defesa em alguns momentos foi extraordinária. Alex fez um trabalho magnífico com Prigioni – disse o treinador, que colocou o ala para marcar o armador argentino.

No sábado, a seleção folga e ganha fôlego para o último compromisso da primeira fase, domingo, contra o Panamá. Sem jogo no dia seguinte, o técnico quer que os jogadores descansem e se divirtam.

- Hoje eles vão fazer festa. Se eu fosse jovem como eles, com essas mulheres porto-riquenhas...

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Anderson Varejão e LeBron James elogiam atuações do Cleveland Cavaliers


Brasileiro diz que se sente cômodo na quadra. Cavs são os únicos que ainda não perderam nos playoffs

O Cleveland Cavaliers, melhor time da temporada regular da NBA, é a única equipe invicta nos playoffs.

Depois de derrotar o Detroit Pistons por 4 a 0 na primeira rodada, venceu nesta quinta-feira a segunda partida das semifinais da Conferência Leste contra o Atlanta Hawks. O astro da equipe e maior responsável por grande parte destas vitórias, LeBron James, ao lado do ala-pivô brasileiro Anderson Varejão, elogia o trabalho dos Cavs.

- Como o resto da equipe, eu me sinto cômodo em tudo o que faço em quadra e assim meu rendimento é produtivo - comentou Varejão, que jogou nesta quinta, em Cleveland, por 27 minutos, fez 12 pontos e pegou oito rebotes.

LeBron dividiu os méritos com os companheiros e destacou o trabalho da defesa, onde Varejão tem sido bastante eficiente.

- Toda a equipe fez um bom trabalho desde o princípio, mas a chave esteve na excelente defesa e a partir daí tudo foi muito mais fácil. Está claro que a equipe tem confiança e fazemos bem as coisas em quadra - disse LeBron, que nesta quinta foi mais uma vez o cestinha da partida, com 27 pontos.

Já os Hawks, que marcaram menos de 90 pontos em cada uma das últimas 15 partidas da fase final que disputou fora de seu ginásio, uma sequencia negativa que está entre as piores, senão a pior, nos playoffs desde que se introduziu o relógio para a posse da bola, em 1955.

- Com este tipo de rendimento em quadra não podemos dar a volta em uma eliminatória na qual a equipe rival é muito superior a nós. Vamos em nossa quadra lutar e mudar o andamento da competição, mas não será fácil - comentou Mike Woodson, treinador do Atlanta Hawks.

Os dois times voltam a se encontrar neste sábado, às 21h (horário de Brasília), em Atlanta.

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Em jogo de três prorrogações, Chicago bate Boston e iguala playoffs: 3 a 3

Celtics e Bulls decidem no sábado qual time enfrentará o Orlando Magic nas semifinais da Conferência Leste

O Chicago Bulls precisou de três prorrogações para vencer em casa nesta quinta-feira (madrugada de sexta no horário de Brasília), o Boston Celtics por 128 a 127 e empatar o duelo entre as duas equipes nos playoffs da NBA. Com o triunfo, os Bulls igualaram em 3 a 3 a série melhor de sete pela primeira rodada dos playoffs da Conferencia Leste da liga profissional americana de basquete.

Agência/EFE

John Salmons, melhor jogador do Chicago em quadra, tenta o passe marcado por Glen Davis

Neste sábado, os dois times decidem em Boston quem se classificará para as semifinais do Leste. O adversário na próxima fase será o Orlando Magic, que derrotou também nesta quinta o Philadelphia 76ers por 114 x 89, e fechou o confronto em 4 a 2.

O ala-armador John Salmons foi o cestinha da equipe de Illinois na partida em Chicago, com 35 pontos. O armador novato Derrick Rose contribuiu com outros 28, e o pivô reserva Brad Miller obteve um duplo-duplo, com 23 pontos e dez rebotes, todos na defesa.

Além de terminar como o segundo maior pontuador dos Bulls, Rose foi decisivo nos últimos segundos da partida, ao dar um toco num arremesso certeiro do armador dos Celtics Rajon Rondo, que poderia ter valido aos atuais campeões da NBA a classificação às semifinais.

Pelos Celtics, o armador Ray Allen marcou incríveis 51 pontos, enquanto o ala Glen Davis fez outros 23. O ala Paul Pierce fez 22 e o pivô Kendrick Perkins obteve um duplo-duplo ao fazer 12 pontos e pegar 13 rebotes, nove na defesa.

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Obama vai a jogo da NBA

Barack Obama dá um tempo na crise econômica mundial, aproveita folga em Washington e vai ao jogo dos Wizards


Obama cumprimenta o pequeno torcedor


E aponta para o telão


No intervalo, dançarinas tentam chamar a atenção do presidente


Uma cervejinha, como manda a tradição. Só faltou o 'hot dog'..


Fim de jogo. Wizards vencem por 113 a 90
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