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Jogadores da seleção aproveitam folga para passear no shopping

Grupo formado por oito atletas brasileiros esteve em famoso centro comercial sul-africano para comprar eletrônicos e tomar sorvete

Oito jogadores da seleção brasileira aproveitaram a tarde de folga para fazer compras em um shopping na Mandela Square, em Joanesburgo. Luís Fabiano, Elano, Gomes, Grafite, Doni, Felipe Melo, Gilberto e Gilberto Silva estiveram no local e obrigaram a segurança a fechar uma loja de eletrônicos para que os atletas pudessem fazer compras com tranquilidade. Eles também aproveitaram para tomar sorvete.

Curiosamente, em entrevista concedida na quinta-feira, Dunga disse que havia gente que não gostava de sexo, sorvete e vinho, ao responder se, assim como Maradona, iria liberar sexo e chocolate na concentração.

Luis fabiano e elano, seleção vai a sorveteria
Luis Fabiano, Elano e o sorvete: momento de lazer da seleção (Foto: Eduardo Nicolau/Agência Estado)

Além dos jogadores, o chefe da delegação da seleção brasileira e presidente do Corinthians, Andrés Sanches, também estava no local, acompanhado da assessoria de imprensa da CBF.

O tour escolhido por esse grupo no shopping foi o mesmo realizado no ano passado, quando a seleção brasileira esteve na África do Sul para a disputa da Copa das Confederações. Mais tarde, o Brasil seria campeão do torneio ao vencer os Estados Unidos na decisão.

Enquanto alguns passeavam pelo shopping, o trio Julio Cesar, Julio Baptista e Kaká jogava golfe em um dos campos do Randpark, complexo que abriga também hotel onde está hospedada a seleção brasileira.

Os jogadores que optaram por deixar a concentração no período livre voltaram ao hotel por volta das 19h locais, período previsto inicialmente na programação para o retorno. A CBF, no entanto, informou que os atletas estavam liberados até as 22h.

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Brasil derruba Argentina de Maradona e carimba passaporte para a Copa

Dieguito rezou, catimbou, pressionou... Mas seleção de Dunga vence por 3 a 1 em Rosário e garante classificação para a África do Sul

Primeira chamada. Destino: África do Sul. Os argentinos rezaram, pediram ajuda divina antes da partida. Nada adiantou. Os deuses do futebol são brasileiros.

Com direito a aplausos dos torcedores "hermanos" e gritos de "olé" dos brasucas, o Brasil carimbou o passaporte para a Copa do Mundo de 2010 neste sábado, em Rosário, com uma atuação de gala, que misturou talento e frieza.

Sem cair na provocação e no clima de guerra da torcida, a seleção venceu a Argentina por 3 a 1 e garantiu uma das quatro vagas sul-americanas para o Mundial com três rodadas de antecedência devido à derrota do Equador por 2 a 0 para a Colômbia.

Luís Fabiano, autor de dois gols, assumiu a artilharia das eliminatórias com nove, superando o boliviano Botero, que tem oito.

O zagueiro Luisão fez o outro gol brasileiro. Dátolo descontou. Com o resultado, a Argentina ficou em uma situação delicada. Em quarto lugar com 22 pontos, ainda vai enfrentar Paraguai e Uruguai fora de casa nos três jogos que restam na competição.

Agência/Reuters

Luis Fabiano, Kaká e Maicon comemoram: reza argentina pouco adiantou em Rosário


Dunga conquistou a terceira vitória sobre os argentinos desde que assumiu a seleção brasileira, em 2006. E o Brasil confirmou a superioridade nesta década. Foram dez duelos, com seis vitórias brasileiras, dois empates e duas derrotas. Além disso, acabou com duas enormes invencibilidades dos nossos hermanos. Eles não perdiam uma partida em casa há 41 jogos. E foi a segunda derrota da Argentina como mandante na história das eliminatórias em exatas 50 partidas. A outra havia sido para a Colômbia, em 1993, por 5 a 0.

Na próxima quarta-feira, o Brasil encara o Chile, em Salvador, em um jogo festivo, que vai servir para comemorar a classificação. Já a Argentina vai até Assunção para enfrentar o Paraguai.

A vaga para a Copa do Mundo veio premiar um momento abençoado da seleção brasileira. A equipe comandada por Dunga está invicta há quase 15 meses. Desde então foram 18 jogos, com 14 vitórias e quatro empates. O Brasil vem de dez vitórias consecutivas: Peru, Uruguai, Paraguai e Argentina nas eliminatórias; Egito, Estados Unidos (duas vezes), Itália e África do Sul pela Copa das Confederações e o amistoso contra a Estônia.

Diego Maradona, que foi um velho freguês dos brasileiros como jogador, manteve a tradição também como técnico. Com a camisa argentina, ele enfrentou seis vezes o Brasil e só conquistou uma vitória. Foram ainda três triunfos brasileiros e dois empates. Após assumir a seleção em outubro do ano passado, substituindo Alfio Basile, Maradona tem três
derrotas e seis vitórias em nove partidas.

Com os três gols contra os argentinos, a seleção chegou aos 100 gols na era Dunga. São ainda 33 vitórias, dez empates e quatro derrotas. Luis Fabiano é o artilheiro neste período com 19 gols.

Baile brasileiro no primeiro tempo

O clima hostil no Gigante de Arroyito foi notado antes da partida. Uma bomba foi atirada no goleiro Julio César quando ele fazia o aquecimento perto da torcida argentina. O susto foi grande, mas ainda bem que não passou disso. Pouco depois, quando os jogadores reservas do Brasil se dirigiam para o banco, uma garrafa de água foi jogada em direção a eles pelos torcedores. Não acertou ninguém. Dunga pegou o objeto com tranquilidade do chão e o entregou a um representante da Conmebol, que levou a garrafa até o quarto árbitro.

Kaká deu o primeiro toque na bola. Mas foi a Argentina quem começou a mil por hora. A seleção arriscava ao deixar Messi com uma certa liberdade no meio-campo. Mas o entusiasmo dos nossos hermanos não refletia em boas jogadas. O Brasil, assustado, também não criava e procurava esfriar a partida.

O primeiro lance de perigo aconteceu aos 12 minutos. Messi recebeu livre na entrada da área e chutou no ângulo direito de Julio César. O goleiro só observou a bola sair muito perto da trave. Kaká passou, então, a pedir com gestos para a seleção brasileira marcar mais à frente. Mas o problema era que Messi continuava livre. Aos 17, ele deu uma arrancada, passou por quatro brasileiros, e foi travado na hora do chute por Maicon. Foi por pouco. O Brasil estava acuado em campo. Em um mesmo lance, Lúcio e Kaká receberam cartão amarelo. Os dois, com isso, estão fora da partida contra o Chile, na próxima quarta-feira, em Salvador. Assim como Luis Fabiano, que pouco depois também foi advertido pelo árbitro.

Mas a seleção brasileira tem estrela. Luis Fabiano sofreu uma falta na intermediária. Elano cobrou para a área e Luisão, livre de marcação, cabeceou no canto esquerdo de Mariano Andujar. Brasil 1 a 0 aos 24 minutos. Foi o segundo gol do zagueiro em cima dos argentinos. Em 2004, na final da Copa América, o brasileiro também havia feito um de cabeça. E o gol saiu justamente na jogada mais ensaiada por Dunga nos treinos.

O jogo esquentou. Após uma falta em Kaká, Mascherano foi para cima de Robinho. O árbitro Oscar Ruiz chamou os dois. E deu uma bronca no brasileiro, que pouco antes havia pedalado em uma jogada na lateral. O atacante não ficou nada feliz com o questionamento e ficou alegando que estava tentando o drible. Mas a seleção respondia na bola. Kaká foi até a linha de fundo e tocou para Maicon. O lateral chutou rasteiro. Mariano Andujar espalmou para o meio da área e Luis Fabiano, com toda tranquilidade, só tocou para o fundo da rede. Brasil 2 a 0 aos 30 minutos. Na comemoração, os jogadores brasileiros chutaram a bola para o meio da torcida argentina, que ficou calada. Foi o oitavo gol do Fabuloso.

Com a vantagem, os barulhentos torcedores brasileiros começaram a fazer a festa. Logo veio o grito de "ei, ei, ei Maradona é nosso rei" em ironia ao ídolo e técnico local. Em seguida, o tradicional "mais um, mais um". Julio César fez o primeiro milagre aos 37 minutos. Tevez cruzou para a área e Maxi Rodriguez chegou tocando rasteiro. Com os pés, o camisa 1 evitou o gol. A resposta veio em uma outra cobrança de falta. Elano cobrou, Luisão e Luis Fabiano fecharam pelo meio e o goleiro Andújar se esticou assustado para evitar o terceiro gol. E o primeiro tempo terminou com o Brasil soberano em campo e os torcedores argentinos em total silêncio. Maradona caminhou para o vestiário preocupado e coçando a cabeça.

Golaço de Luis Fabiano fecha o placar

Veio o segundo tempo e as provocações dos torcedores brasileiros continuavam. O grito agora para os argentinos era de "eliminados". Maradona fez uma substituição no time. Saiu Maxi Rodriguez e entrou Aguero, genro do treinador. Nada adiantou. A Argentina continuava com a maior posse de bola, mas não tinha criatividade para chegar ao gol brasileiro. O chute de Véron na arquibancada (a bola passou por cima da proteção que existe atrás do gol) retratava bem como estava a partida.

Mas aos 19 minutos, Datolo acertou uma bomba de fora da área. Um chute de muito longe, cruzado, que entrou no ângulo esquerdo de Julio César. O goleiro brasileiro nada poderia fazer. A Argentina diminuia e incendiava, novamente, a partida: 2 a 1. Maradona beijou um crucifixo que levava no pescoço. Tinha fé na virada. Tudo em vão.

A resposta veio em grande estilo, três minutos depois. Kaká arrancou no contra-ataque e deu um passe perfeito para Luis Fabiano. O Fabuloso, com toda categoria, tocou por cima do goleiro Andujar. Brasil 3 a 1. Foi o nono gol do atacante, que assumiu a artilharia das eliminatórias. Na comemoração dos jogadores reservas, os argentinos jogaram uma pedra para o campo, que acertou Juan.

Ele caiu no chão e foi carregado pelos companheiros para o banco. A comissão técnica da seleção ficou revoltada. Américo Faria pegou a pedra e levou até o quarto árbitro.

O jogo seguiu. Mas a Argentina se entregou. Maicon chutou cruzado e Ramires, de carrinho, quase marcou o quarto. O meia, que havia entrado na partida, chegou atrasado no lance. Dunga, então, chamou Adriano para entrar no lugar de Luis Fabiano. A torcida brasileira foi à loucura: "o Imperador voltou" começaram a gritar. Conhecido como carrasco dos argentinos, o atacante entrou em campo. Mas a entrada de Adriano serviu apenas para deixar os argentinos ainda mais assustados. O Brasil estava mais uma vez garantido na Copa do Mundo.

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Os gols de Itália 0 x 3 Brasil, pela 3ª rodada da Copa das Confederações 2009



Com dois gols Luís Fabiano e um contra de Dossena, seleção brasileira se classifica com o primeiro lugar do grupo e elimina e Azzurra.


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Com time modificado, Brasil passeia em vitória fácil sobre os Estados Unidos

Time de Dunga, com quatro alterações, domina o jogo desde o início. Maicon e Ramires aproveitam a chance com boas atuações

Sem o sufoco da estreia e dominando a partida desde o início, a seleção brasileira venceu os Estados Unidos por 3 a 0, nesta quinta-feira, no estádio Lofus Versfeld, em Pretória, na África do Sul, e praticamente garantiu a classificação para a semifinal da Copa das Confederações.

Maicon, Ramires, Miranda e André Santos entraram bem na equipe, deixando Dunga com aquele tipo de dúvida que é boa para qualquer técnico. O lateral chegou a balançar as redes, e o meia teve atuação de destaque, participando decisivamente de dois dos três gols. Robinho e Felipe Melo completaram o placar
Agência/AFP

Com seis pontos, o Brasil lidera o Grupo B. Itália, que tem três, e o Egito, que não pontuou ainda, se enfrentam às 15h30m para fechar a rodada. Um empate nesse jogo coloca o time de Dunga na próxima fase com uma rodada de antecipação.

No próximo domingo, a seleção brasileira enfrenta a Itália, às 15h30 (de Brasília), novamente no estádio Lufus Versfeld para decidir o primeiro lugar no Grupo B. Se garantir a liderança, o Brasil encara o segundo lugar do Grupo A, que atualmente é a África do Sul, comandada por Joel Santana.

Com o resultado, a seleção igualou a maior vitória em cima dos americanos. Em 1992, a seleção também havia vencido os Estados Unidos por 3 a 0, em um amistoso disputado em Fortaleza. Dunga resolveu poupar quatro titulares por causa do desgaste físico.

O zagueiro Juan, os laterais Daniel Alves e Kleber e o meia Elano ficaram no banco.

Miranda, Maicon, André Santos e Ramires entraram no time. E a vitória brasileira foi construída com a participação decisiva dos 'reservas', o que mostra que o grupo é forte.

Maicon fez um gol e deu o passe para o outro. E Ramires participou da jogada do terceiro gol e deu o passe para Robinho marcar o segundo.Desde o início, a seleção pressionou. Principalmente pelo lado direito com as subidas de Maicon.

Na bola parada, que vem sendo a grande arma brasileira nas últimas partidas, a equipe chegou logo ao primeiro gol. Aos sete minutos, Maicon bateu falta pela direita e Felipe Melo apareceu bem na segunda trave para cabecear para o gol, sem chance para o goleiro Tim Howard, que ficou no meio do caminho. Brasil 1 a 0.

Foi o segundo gol do volante em sete jogos. Na comemoração, Dunga e Jorginho se abraçaram e vibraram muito no banco de reserva.A festa nas dependências do estádio ganhou em animação. Pouco menos de 40 mil torcedores (39.617) compareceram ao Loftus Versfeld, a maioria deles apoiando a seleção brasileira, que permaneceu no ataque mesmo com a vantagem.

Robinho errou um chute dentro da área e perdeu a chance do segundo. Kaká fez boa jogada pela esquerda e na hora de cruzar para Luís Fabiano, um americano chegou para travar o lance.

Mas o segundo gol saiu aos 20 minutos em um rápido contra-ataque. Kaká viu muito bem a arrancada de Ramires pelo meio e tocou.

O meia avançou por mais de 30 metros e quando chegou na entrada da área, ele rolou para Robinho. Na cara do goleiro americano, o atacante chutou firme para balançar a rede.

Na comemoração, o atacante voltou a colocar o dedo na boca fazendo o gesto da chupeta em homenagem ao filho Robson Júnior. Foi o 15º gol do atacante após a Copa de 2006 pela seleção. Ele é o artilheiro da "Era Dunga".

O Brasil tinha muitos espaços para contra-atacar. Kaká quase fez o terceiro. Ele arrancou do meio-campo, passou por um marcador, entrou na área e chutou. Mas a bola bateu na rede pelo lado de fora. Algumas pessoas no estádio chegaram até a achar que foi gol. Aos 27 minutos, Luís Fabiano roubou a bola na intermediária, avançou e chutou para fora.

O Fabuloso, que queria marcar para homenagear a filha Giovanna, tentou novamente aos 36 minutos. O atacante recebeu bom passe pela direita, entrou na área e chutou cruzado. Mas o goleiro Tim Howard defendeu firme.

A seleção dominava a partida. Gilberto Silva tocou para Maicon na direita e correu para a área. Veio o cruzamento e o volante cabeceou por cima do travessão. E o primeiro tempo terminou 2 a 0. Com a seleção brasileira finalizando 11 vezes e os americanos apenas duas.

Dunga não mudou o time para o segundo tempo. E os Estados Unidos começaram assustando com uma boa jogada de Altidore, que entrou na área, mas chutou por cima do gol de Júlio César. Mas a defesa estava sólida, com Miranda fazendo um bom papel ao lado de Lúcio e André Santos jogando como um terceiro zagueiro e apoiando muito pouco.

A seleção logo respondeu com Robinho. O atacante tentou um chute colocado no ângulo esquerdo foi bem defendido pelo goleiro Tim Howard. Logo depois, Kaká dominou na entrada da área, limpou o lance e chutou. Howard espalmou e evitou o terceiro gol.Aos 12 minutos, Sacha Kljestan fez falta dura em Ramires. Após muita reclamação de Dunga e da comissão técnica, o americano acabou expulso.

O jogo, então, ficou mais tranquilo para a seleção brasileira. O terceiro gol saiu aos 17 minutos. Maicon tocou para Ramires, que rolou para Kaká, que devolveu de primeira para Maicon. O lateral deu, então, um toque sutil na saída do goleiro e ampliou. Um golaço.



Com a partida decidida, Dunga resolveu tirar Kaká aos 24 minutos para poupá-lo e colocou Júlio Baptista. O camisa 10 foi ovacionado, principalmente com o barulho das vuvuzelas. Outro que saiu foi o atacante Luís Fabiano para a entrada de Nilmar. Pouco depois foi a vez do capitão Lúcio sair para a entrada de Luisão. Gilberto Silva passou a ser o capitão da seleção. Nos minutos finais, a equipe de Dunga tocou a bola para o lado e administrou o resultado, esperando o apito final.

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Brasil conhece as 12 cidades que receberão partidas da Copa de 2014

São escolhidas Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Curitiba, Salvador, Recife, Natal, Fortaleza, Manaus e Cuiabá

Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Curitiba, Salvador, Recife, Natal, Fortaleza, Manaus e Cuiabá verão ao vivo a Copa do Mundo de 2014. As 12 cidades-sede foram anunciadas pelo presidente da Fifa, o suíço Joseph Blatter, em reunião do comitê da entidade em Nassau (capital das Bahamas), neste domingo.

As outras concorrentes eram Florianópolis, Goiânia, Campo Grande, Belém e Rio Branco. Portanto, as quatro candidatas do Nordeste e as três do Sudeste conseguiram ver seus projetos aprovados. Cuiabá levou a melhor sobre Campo Grande na disputa pela vaga do Pantanal, e Manaus superou Belém na briga pela sede da Amazônia.

O próximo passo para as escolhidas será num seminário de 8 a 10 de junho, no Rio de Janeiro. Os projetos serão analisados mais detalhadamente e, em função dos relatórios da Fifa realizados durante as inspeções, possíveis alertas serão feitos.

- Essas 12 cidades já terão um quadro do que terão de fazer especificamente quanto a estádios. Vamos nos reunir com as cidades e com algumas pessoas do Governo Federal, para encaminhar o projeto. Agora é que está começando efetivamente a Copa do Mundo, portanto se iniciam também as cobranças - afirmou Ricardo Teixeira, em entrevista ao SporTV.

Esta é a segunda vez que o Brasil recebe uma Copa do Mundo. Em 1950, o país foi vice-campeão ao ser derrotado pelo Uruguai na decisão, no Maracanã, estádio que mais uma vez deverá receber o jogo final.

Cronologia


A corrida para ser uma das sedes da Copa do Mundo de 2014 começou em maio de 2007, quando as cidades concorrentes - 21 na época - apresentaram seus projetos à CBF. Em agosto do mesmo ano, a Fifa realizou a primeira inspeção em Brasília, Belo Horizonte, São Paulo, Porto Alegre e Rio de Janeiro, elaborando um relatório positivo a respeito delas.

Candidato único, o Brasil foi escolhido como a sede do Mundial em 30 de outubro de 2007, em anúncio em Zurique, na Suíça. Durante o ano de 2008, especulou-se se seriam dez ou 12 cidades-sede no torneio. Em janeiro passado, Joseph Blatter confirmou que seriam 12 e justificou sua decisão pela dimensão continental do Brasil. No fim do mesmo mês, iniciaram-se as inspeções da Fifa às 17 cidades candidatas.

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