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Kaká tem o quinto maior salário do futebol mundial, diz pequisa


Segundo portal 'Futebol Finance”, Cristiano Ronaldo é o jogador mais bem pago. Robinho, Ronaldinho e Daniel Alves aparecem no Top 50

Em pesquisa realizada pelo site português “Futebol Finance”, Kaká aparece como jogador brasileiro mais bem pago do futebol mundial. O camisa 8 recebe, por mês, cerca de € 833 mil (R$ R$ 2,116 milhões), e aparece em quinto lugar numa lista de 50 nomes divulgada pela publicação que levantou os valores na temporada 2009/2010.

Cristiano Ronaldo, do Real Madrid, é o dono do maior salário: € 1,083 milhões (R$ 2,751 milhões). Na segunda colocação aparece o sueco Zlatan Ibrahimovic, do Barcelona, com € 1 milhão (R$ 2,540 milhões). Outro jogador do clube catalão, Lionel Messi é o terceiro colocado da lista com € 875 mil (R$ 2,222 milhões). O atacante camaronês Samuel Eto’o, do Inter de Milão, está na lista na quarta posição com € 875 mil (R$ 2,222 mi) e é o mais bem pago na Itália.


Além de Kaká, aparecem na lista os seguintes brasileiros: Ronaldinho Gaúcho, do Milan, na 13ª posição; Daniel Alves, do Barcelona, em 15º e Robinho, na 21º da colocação. O Rei das Pedaladas aparece pelo que ele recebia no Manchester City antes de ser emprestado para o Santos.


O portal português, que realiza a pesquisa pelo terceiro ano consecutivo, ressalta a recuperação da indústria do futebol em uma econômia pós-crise mundial e destaca a presença de vários jogadores da nova equipe galáctica do Real Madrid e do milionário time do Manchester City.


LISTA COMPLETA

1. Cristiano Ronaldo (Real Madrid) 1.083.000

2. Zlatan Ibrahimovic (Barcelona) 1,000.000

3. Lionel Messi (Barcelona) 875.000

4. Samuel Eto´o (Inter de Milão) 875.000

5. Kaká (Real Madrid) 833.000

6. Emmanuel Adebayor (Manchester City) 708.000

7. Karim Benzema (Real Madrid) 708.000

8. Carlos Tevez (Manchester City) 666.000

9. John Terry (Chelsea) 625.000

10. Frank Lampard (Chelsea) 625.000

11. Thierry Henry (Barcelona) 625.000

12. Xavi (Barcelona) 625.000

13. Ronaldinho Gaúcho (Milan) 625.000

14. Steven Gerrard (Liverpool) 625.000

15. Daniel Alves (Barcelona) 583.000

16. Michael Ballack (Chelsea) 541.000

17. Raúl Gonzalez (Real Madrid) 541.000

18. Rio Ferdinand (Manchester United) 541.000

19. Kolo Touré (Manchester City) 541.000

20. Wayne Rooney(Manchester United) 500.000

21. Robinho (Manchester City / Santos) 500.000

22. Iker Casillas (Real Madrid) 500.000

23. Victor Valdéz (Barcelona) 500.000

24. Frederic Kanouté (Sevilla) 500.000

25. Deco (Chelsea) 500.000

26. Didier Drogba (Chelsea) 458.000

27. Gianluigi Buffon (Juventus) 458.000

28. Francesco Totti (Roma) 458.000

29. Luca Toni (Bayern de Munique / Roma) 458.000

30. David Villa (Valencia) 458.000

31. Arjen Robben (Bayern de Munique) 458.000

32. Bastian Schweinsteiger 458.000

33. Ashley Cole (Chelsea) 458.000

34. Fernando Torres (Liverpool) 458.000

35. Gareth Barry (Manchester City) 458.000

36. Patrick Vieira (Manchester City) 458.000

37. Carles Puyol (Barcelona) 416.000

38. Andres Iniesta (Barcelona) 416.000

39. Sergio Agüero (Atlético de Madri) 416.000

40. Andrea Pirlo (Milan) 416.000

41. Willy Sagnol (Bayern de Munique) 416.000

42. Frank Ribery (Bayern de Munique) 416.000

43. David Bechkam (Los Angeles Galaxy / Milan) 416.000

44. Wayne Bridge (Manchester City) 416.000

45. Lassana Diarra (Real Madrid) 416.000

46. Dimitar Berbatov (Manchester United) 416.000

47. Andrei Arshavin (Arsenal) 400.000

48. Nicolas Anelka (Chelsea) 400.000

49. Ryan Giggs (Manchester United) 400.000

50. Alessandro Del Piero (Juventus) 400.000

Observações:

1) Os valores apresentados são resultado de pesquisa efetuadas em mais de 30 publicações mundiais especializadas em futebol.


2) Os valores são oficiosos e aproximados, estando dependentes de novas contratações, ou renovações de cada contrato.


3) Os valores dizem respeito aos salários brutos dos jogadores, que naturalmente não incluem contratos de publicidade, prêmios ou outros tipos de remunerações extras.

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Inspirado, Kaká dá passe galáctico e marca primeiro gol em vitória do Real

Equipe goleia o Borussia Dortmund por 5 a 0 em amistoso

Kaká mostrou nesta quarta-feira por que foi o galáctico inicial da nova era de Florentino Pérez no Real Madrid. O craque marcou seu primeiro gol pela equipe na vitória de 5 a 0 sobre o Borussia Dortmund e ainda deu um passe de letra para Granero abrir o placar no amistoso na Alemanha.

Agência/EFE

Contra o Dortmund, Kaká fez sua melhor atuação desde que chegou ao Real Madrid

O ex-são-paulino formou o ataque titular ao lado de Benzema e Cristiano Ronaldo, com Raúl no banco. O show de Kaká começou logo aos três minutos de jogo: após passe da direita, o craque tocou de primeira, de letra, para Granero entrar na área e bater sem chance para o goleiro Ziegler.

O Real voltou a marcar no segundo tempo, com Robben (aos 2) e Higuaín (aos 23). O primeiro gol de Kaká com a camisa merengue saiu aos 26, de pênalti, depois de Robben ter sido derrubado na área.

Logo depois do gol, Kaká deixou o campo, substituído por Raúl, que fez o quinto nos minutos finais. Esta foi a quarta partida do ex-jogador do Milan pelo Real. O próximo jogo será exatamente contra o clube italiano, na próxima terça, pelo Troféu Santiago Bernabéu, em Madri.

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Kaká sai para passeio e faz a festa dos torcedores na Estônia


Meninos estonianos tiram foto e conversam com ídolo na porta do hotel em Tallinn

Manhã de terça-feira em Tallin e lá estavam eles, os torcedores-mirins estonianos em frente ao hotel da seleção brasileira à espera de algum contato com seus ídolos. E os poucos que chegaram cedo deram sorte, pois o jogador que saiu do hotel foi justamente o maior deles: Kaká.

- Ele parou para tirar foto com a gente e falamos um pouco com ele em inglês. Perguntamos "how are you?" ("como vai você?"), ele sorriu e Kaká disse que está tudo bem - afirmou o sorridente Gleb, dono da câmera fotográfica com as fotos de Kaká, gentilmente cedidas ao BELIEVER INF ESPORTE.

Kaká saiu rapidamente do hotel e retornou poucos minutos mais tarde, quando parou para fotos com os meninos. O jogador do Real Madrid é, ao lado do ausente Ronaldinho Gaúcho, o nome mais popular entre os estonianos.

A seleção faz nesta terça-feira em Tallin, local da partida, o único treinamento antes do amistoso contra a Estônia. O estádio tem capacidade para 9.600 espectadores e está entre os menores estádios a receber um jogo oficial da seleção brasileira.
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Seleção passa sufoco, mas derrota a África do Sul de Joel Santana e vai à final

Daniel Alves sai do banco de reservas e, de falta, faz o gol da vitória brasileira aos 42 minutos do segundo tempo

Não foi fácil vencer as vuvuzelas, a bênção de Nelson Mandela e, principalmente, Joel Santana. A seleção brasileira sofreu para fazer 1 a 0 na África do Sul, nesta quinta-feira, em Joanesburgo. As 48.049 pessoas que foram ao Ellis Park viram os “Bafana Bafana” dominarem a partida, mas a eficiência do time de Dunga prevaleceu e o Brasil vai enfrentar os Estados Unidos na final da Copa das Confederações , domingo, graças a um gol de Daniel Alves de falta aos 42 do segundo tempo. No apito final, a torcida local reconheceu o bom trabalho de sua equipe e aplaudiu os comandados de Joel Santana.
Agência/AFP

Joel afirmou antes do jogo que não deixaria os donos da casa na retranca. No início, não foi isso que aconteceu: a África do Sul se fechou lá atrás e conseguiu segurar os brasileiros. Mas os “Bafana” gostaram do jogo, foram para o ataque e tiveram boas oportunidades de marcar. O contra-ataque da seleção brasileira pouco funcionou e o gol só saiu nos minutos finais em cobrança de falta, quando a torcida já esperava prorrogação. Daniel Alves havia entrado no lugar de André Santos, lateral-esquerdo, pouco antes.

Enquanto o futebol brasileiro vive polêmica de racismo por causa das acusações na partida entre Cruzeiro e Grêmio, na Libertadores, Brasil e África do Sul deram um bom exemplo nesta quinta. Antes de a bola rolar, o capitão Lúcio leu uma mensagem contra o preconceito racial no microfone, assim como Mokoema, capitão dos donos da casa. Na tribuna de honra, o presidente do país, Jacob Zuma, viu o confronto ao lado de Joseph Blatter, presidente da Fifa.

Esta foi a terceira partida entre Brasil e África do Sul, todas em Joanesburgo. Duas vitórias brasileiras: 3 a 2, em 1996, e 3 a 1, um ano depois, em amistosos. Os sul-africanos enfrentam agora a Espanha, também no domingo, pela disputa do terceiro lugar.

Retranca de Joel não deixa o Brasil se criar

O primeiro chute a gol só saiu com 12 minutos, de Ramires, nas mãos do goleiro Khune. Joel armou a África do Sul na defesa e deixou Parker isolado na frente. Conseguiu segurar o Brasil no início. Para alegria das vuvuzelas, que não pararam de fazer barulho um só minuto no Ellis Park, os donos da casa gostaram do jogo e foram mais perigosos na etapa inicial. Aos 13, Gaxa quase marcou ao bater da direita, perto da trave do goleiro brasileiro. A África do Sul voltou assustar Julio César aos 21: após falta da direita, Lúcio não subiu e Mokoena tocou de cabeça por cima do gol.

Principal arma brasileira, os contra-ataques não surtiam efeito. A todo instante, o mesmo grito na arquibancada: “Booooooth”. Sinal que o zagueiro Booth, o único branco titular da África do Sul, estava se dando bem contra os atacantes brasileiros.

Aos 27, Luisão fez falta perigosa em Parker, perto da área. Tshabalala cobrou bem, mas Julio César colocou para escanteio. Logo em seguida, Felipe Melo recebeu o primeiro cartão amarelo do Brasil na Copa das Confederações. A seleção de Dunga assustou os donos da casa aos 30: a bola sobrou para André Santos na esquerda, o lateral bateu cruzado com força e obrigou Khune a se esforçar para defender.

Apesar do frio de 7º, a partida esquentou nos minutos finais. Aos 38, o Brasil teve sua melhor chance. Em jogada individual, Kaká dominou pela esquerda, avançou, driblou Mokoena na entrada da área e chutou rente à trave sul-africana. Três minutos depois, o contra-ataque funcionou de novo: Ramires roubou pela direita e deixou com o novo craque do Real Madrid, que arrancou até a área e bateu no cantinho esquerdo, mas Khune salvou. A África do Sul respondeu aos 42, também com perigo: Pienaar arriscou de fora da área e a bola passou muito perto do gol de Julio César.

Para tentar furar o bloqueio armado por Joel, o Brasil começou o segundo tempo já procurando o ataque. Robinho tentou logo aos dois minutos, de fora da área, para fora. Em cinco minutos, o time de Dunga conseguiu dois escanteios.

A África do Sul conseguiu voltar a dominar e chegou muito perto de marcar aos 12. Modise arriscou de fora da área, a bola bateu nas costas de Luisão e Julio César salvou o Brasil com grande defesa. A jogada incendiou a torcida. Vuvuzelas a todo vapor.

Com a torcida cantando, os donos da casa se empolgaram e foram para frente. Aos 15, André Santos recebeu o segundo cartão amarelo da seleção por falta em Modise, para parar um contra-ataque. O Brasil respondeu com Luís Fabiano, mas Khune pegou. Robinho também tentou, mas a pontaria foi ruim.

O panorama do jogo seguiu o mesmo ao longo da segunda etapa. Bem postada na defesa, a África do Sul seguiu bem fechada atrás, porém sem deixar de ameaçar o Brasil em alguns lances.

A seleção, por outro lado, não desistiu de tentar o ataque. Mas com o jogo afunilado pelo meio, teve muitas dificuladades para criar chances de gol.

Daniel Alves entra para jogar pela esquerda e se torna herói

A partida seguiu sem substituições até os 36 minutos do segundo tempo, quando Dunga surpreendeu ao trocar André Santos pelo lateral-direito Daniel Alves, que jogou solto pela esquerda.

E coube justamente a Daniel Alves resolver a parada, aos 42 minutos. Após falta sofrida por Ramires na entrada da área, o camisa 13 bateu com perfeição, no canto esquerdo do goleiro Khune. A bola ainda bateu na trave antes de entrar.

A partir daí, as vuvuzelas diminuíram a intensidade. A África do Sul ainda tentou na base do abafa o empate, mas quem esteve perto de marcar foi o Brasil, com Luis Fabiano, que perdeu cara a cara com Khune. No fim, muita festa brasileira e palmas da torcida sul-africana para sua equipe, que caiu de pé.

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Com time modificado, Brasil passeia em vitória fácil sobre os Estados Unidos

Time de Dunga, com quatro alterações, domina o jogo desde o início. Maicon e Ramires aproveitam a chance com boas atuações

Sem o sufoco da estreia e dominando a partida desde o início, a seleção brasileira venceu os Estados Unidos por 3 a 0, nesta quinta-feira, no estádio Lofus Versfeld, em Pretória, na África do Sul, e praticamente garantiu a classificação para a semifinal da Copa das Confederações.

Maicon, Ramires, Miranda e André Santos entraram bem na equipe, deixando Dunga com aquele tipo de dúvida que é boa para qualquer técnico. O lateral chegou a balançar as redes, e o meia teve atuação de destaque, participando decisivamente de dois dos três gols. Robinho e Felipe Melo completaram o placar
Agência/AFP

Com seis pontos, o Brasil lidera o Grupo B. Itália, que tem três, e o Egito, que não pontuou ainda, se enfrentam às 15h30m para fechar a rodada. Um empate nesse jogo coloca o time de Dunga na próxima fase com uma rodada de antecipação.

No próximo domingo, a seleção brasileira enfrenta a Itália, às 15h30 (de Brasília), novamente no estádio Lufus Versfeld para decidir o primeiro lugar no Grupo B. Se garantir a liderança, o Brasil encara o segundo lugar do Grupo A, que atualmente é a África do Sul, comandada por Joel Santana.

Com o resultado, a seleção igualou a maior vitória em cima dos americanos. Em 1992, a seleção também havia vencido os Estados Unidos por 3 a 0, em um amistoso disputado em Fortaleza. Dunga resolveu poupar quatro titulares por causa do desgaste físico.

O zagueiro Juan, os laterais Daniel Alves e Kleber e o meia Elano ficaram no banco.

Miranda, Maicon, André Santos e Ramires entraram no time. E a vitória brasileira foi construída com a participação decisiva dos 'reservas', o que mostra que o grupo é forte.

Maicon fez um gol e deu o passe para o outro. E Ramires participou da jogada do terceiro gol e deu o passe para Robinho marcar o segundo.Desde o início, a seleção pressionou. Principalmente pelo lado direito com as subidas de Maicon.

Na bola parada, que vem sendo a grande arma brasileira nas últimas partidas, a equipe chegou logo ao primeiro gol. Aos sete minutos, Maicon bateu falta pela direita e Felipe Melo apareceu bem na segunda trave para cabecear para o gol, sem chance para o goleiro Tim Howard, que ficou no meio do caminho. Brasil 1 a 0.

Foi o segundo gol do volante em sete jogos. Na comemoração, Dunga e Jorginho se abraçaram e vibraram muito no banco de reserva.A festa nas dependências do estádio ganhou em animação. Pouco menos de 40 mil torcedores (39.617) compareceram ao Loftus Versfeld, a maioria deles apoiando a seleção brasileira, que permaneceu no ataque mesmo com a vantagem.

Robinho errou um chute dentro da área e perdeu a chance do segundo. Kaká fez boa jogada pela esquerda e na hora de cruzar para Luís Fabiano, um americano chegou para travar o lance.

Mas o segundo gol saiu aos 20 minutos em um rápido contra-ataque. Kaká viu muito bem a arrancada de Ramires pelo meio e tocou.

O meia avançou por mais de 30 metros e quando chegou na entrada da área, ele rolou para Robinho. Na cara do goleiro americano, o atacante chutou firme para balançar a rede.

Na comemoração, o atacante voltou a colocar o dedo na boca fazendo o gesto da chupeta em homenagem ao filho Robson Júnior. Foi o 15º gol do atacante após a Copa de 2006 pela seleção. Ele é o artilheiro da "Era Dunga".

O Brasil tinha muitos espaços para contra-atacar. Kaká quase fez o terceiro. Ele arrancou do meio-campo, passou por um marcador, entrou na área e chutou. Mas a bola bateu na rede pelo lado de fora. Algumas pessoas no estádio chegaram até a achar que foi gol. Aos 27 minutos, Luís Fabiano roubou a bola na intermediária, avançou e chutou para fora.

O Fabuloso, que queria marcar para homenagear a filha Giovanna, tentou novamente aos 36 minutos. O atacante recebeu bom passe pela direita, entrou na área e chutou cruzado. Mas o goleiro Tim Howard defendeu firme.

A seleção dominava a partida. Gilberto Silva tocou para Maicon na direita e correu para a área. Veio o cruzamento e o volante cabeceou por cima do travessão. E o primeiro tempo terminou 2 a 0. Com a seleção brasileira finalizando 11 vezes e os americanos apenas duas.

Dunga não mudou o time para o segundo tempo. E os Estados Unidos começaram assustando com uma boa jogada de Altidore, que entrou na área, mas chutou por cima do gol de Júlio César. Mas a defesa estava sólida, com Miranda fazendo um bom papel ao lado de Lúcio e André Santos jogando como um terceiro zagueiro e apoiando muito pouco.

A seleção logo respondeu com Robinho. O atacante tentou um chute colocado no ângulo esquerdo foi bem defendido pelo goleiro Tim Howard. Logo depois, Kaká dominou na entrada da área, limpou o lance e chutou. Howard espalmou e evitou o terceiro gol.Aos 12 minutos, Sacha Kljestan fez falta dura em Ramires. Após muita reclamação de Dunga e da comissão técnica, o americano acabou expulso.

O jogo, então, ficou mais tranquilo para a seleção brasileira. O terceiro gol saiu aos 17 minutos. Maicon tocou para Ramires, que rolou para Kaká, que devolveu de primeira para Maicon. O lateral deu, então, um toque sutil na saída do goleiro e ampliou. Um golaço.



Com a partida decidida, Dunga resolveu tirar Kaká aos 24 minutos para poupá-lo e colocou Júlio Baptista. O camisa 10 foi ovacionado, principalmente com o barulho das vuvuzelas. Outro que saiu foi o atacante Luís Fabiano para a entrada de Nilmar. Pouco depois foi a vez do capitão Lúcio sair para a entrada de Luisão. Gilberto Silva passou a ser o capitão da seleção. Nos minutos finais, a equipe de Dunga tocou a bola para o lado e administrou o resultado, esperando o apito final.

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Depois de Kaká, Real Madrid já negocia para ter Cristiano Ronaldo


Imprensa espanhola diz que clube estaria disposto a pagar R$ 238 milhões pelo português, R$ 60 milhões a mais do que a transferência do brasileiro

Depois de acertar a contratação de Kaká, o presidente do Real Madrid, Florentino Pérez, parte em busca do seu segundo galáctico: Cristiano Ronaldo.

E, para tirar o meia português do Manchester United, o dirigente merengue terá de abrir os cofres e gastar uma quantia maior do que a dada ao Milan pelo brasileiro (89 milhões de libras, cerca de R$ 282 milhões). As negociações estão ocorrendo e foram confirmadas pelo diretor esportivo do Real, Jorge Valdano.

- Não posso adiantar muito, porque só falo dos que já estão a caminho, não sobre os que ainda estão em negociação. Ele é um grande profissional, muito dedicado, além de ser um excelente jogador - afirmou o dirigente ao tabloide inglês "Manchester News".

Jornais da Espanha afirmam que a estratégia de Florentino Pérez é recuperar a boa relação com o Manchester United, já que a novela da última temporada envolvendo a possível ida do português para a Espanha desgastou o relacionamento.

O presidente do Real tentaria reduzir o que foi pedido pelos ingleses, que só aceitam vender Cristiano Ronaldo pelo valor da cláusula contratual (89 milhões de libras, cerca de R$ 282 milhões), segundo a imprensa inglesa.

Os merengues aceitariam pagar, de acordo com os jornais espanhóis, 75 milhões de libras (R$ 238.3 milhões), 19 milhões de libras (R$ 60 milhões) a mais do valor da transferência do brasileiro.
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Brasil derruba tabu de 33 anos com goleada


Nem tabu, nem melhor ataque, nem pressão. O Brasil ignorou todos esses obstáculos e goleou o Uruguai por 4 a 0 neste sábado.

Em pleno estádio Centenário, em Montevidéu, a equipe de Dunga conquistou uma vitória convincente e com placar inesperado.

Assim, assumiu provisoriamente a liderança das eliminatórias sul-americanas para a Copa do Mundo de 2010.

Com a vitória, o Brasil acabou com um tabu que já durava 33 anos. Desde 1976, quando triunfou por 2 a 1, a seleção verde e amarela não ganhava do Uruguai na casa do adversário. Desta vez, calou mais de 50 mil uruguaios e superou até as próprias expectativas.Velocidade, marcação forte e uma dose de sorte foram as armas dos brasileiros nesta tarde.

O time visitante chegou a sua sexta vitória no torneio com um "frango" do goleiro Viera, uma cabeçada certeira de Juan, um belo gol de Luís Fabiano e um pênalti convertido por Kaká. Os pentacampeões agora têm os mesmos 24 pontos do Paraguai, que ainda nesta noite enfrenta o Chile.

Na véspera do jogo, os brasileiros admitiram que até um empate seria um resultado importante em território uruguaio.

Mas bem posicionado atrás e contando com arrancadas de seus jogadores mais velozes, o time de Dunga se impôs diante do Uruguai para vencer duas seguidas pela primeira vez nessas eliminatórias (vinha de triunfo sobre o Peru).

Nem mesmo a presença do uruguaio Forlán, artilheiro da Europa na última temporada, foi suficiente para dar trabalho à melhor defesa do torneio. O Brasil, agora, tem cinco gols sofridos em 13 partidas.

Com o Centenário tomado pelos uruguaios, a seleção anfitriã iniciou a partida como se esperava: sufocando o Brasil. Teve maior volume de jogo e chegou com frequência à meta brasileira. No entanto, esbarrou na falta de pontaria e nos erros na hora de definir.

A equipe de Dunga não teve nenhuma oportunidade clara de gol no começo do jogo. E nem precisou disso para abrir o placar. Em um chute da intermediária de Daniel Alves, o goleiro Viera falhou feio e viu, logo aos 11min, os brasileiros saírem em vantagem: 1 a 0.

O susto não mudou a forma de jogar do Uruguai. O time seguiu pressionando a saída de bola e tentando diminuir os espaços. O Brasil, por sua vez, apostou nas saídas em velocidade, com Robinho, Kaká e Daniel Alves.

Deu certo. Depois de conseguir um escanteio dessa maneira, Juan aproveitou cruzamento de Elano no rebote e cabeceou para fazer 2 a 0. Segundos antes, Juan quase marcou em lance parecido.

Minoria no estádio, a torcida brasileira passou a ser ouvida. "Aha, uhu, o Centenário é nosso", gritaram os brasileiros. Diante da desvantagem, o Uruguai foi ainda mais para cima. Até criou duas boas chances, mas Júlio César defendeu ambas e mostrou por que a seleção chegou para esta rodada como a melhor defesa das eliminatórias.

No segundo tempo, o Uruguai voltou com o atacante Abreu em campo para tentar diminuir o prejuízo. O time anfitrião, porém, não contava que o Brasil acertaria belo contra-ataque que terminou com gol de Luís Fabiano, aos 6min. Perdido no ataque, o Uruguai tentou de tudo. Quem fez, porém, foi o Brasil. Kaká sofreu pênalti e converteu para ampliar para 4 a 0, aos 29min.

Os brasileiros presentes nas arquibancadas fizeram a festa. E em bom "portunhol". "Adiós, Celeste!", entoaram os torcedores. Em campo, o Brasil só administrou a larga vantagem e ainda contou com bela participação do setor defensivo para triunfar com tranqüilidade e ouvir gritos de "olé".

URUGUAI 0 X 4 BRASIL

Uruguai
Viera; Maximiliano Pereira (Fernández), Valdez, Godín (Cavani) e Cáceres; Martínez, Pérez (Abreu), Eguren e Alvaro Pereira; Suárez e Forlán
Técnico: Oscar Tabárez

Brasil
Júlio César; Daniel Alves, Juan, Lúcio e Kléber; Gilberto Silva, Felipe Melo, Elano (Ramires) e Kaká (Júlio Baptista); Robinho (Josué) e Luís Fabiano
Técnico: Dunga

Data: 06/06/2009 (sábado)
Local: estádio Centenário, em Montevidéu (Uruguai)
Árbitro: Saúl Laverni (ARG)
Auxiliares: Gustavo Esquivel (ARG) e Ariel Bustos (ARG)
Cartões amarelos: Valdez, Eguren (URU)
Cartões vermelhos: Maximiliano Pereira (URU); Luís Fabiano (BRA)
Gols: Daniel Alves, aos 11min, e Juan, aos 35min do primeiro tempo; Luís Fabiano, aos 6min, e Kaká, aos 29min do segundo tempo
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